Um soneto de amor, pra variar...
Mul,her
A perdição dos olhos distraídos,
mesmerista dos corpos e das mentes,
tu és encantadora de serpentes
que gozam e depois sentem-se traídos.
300 ml em cada esquina
do coração confundem os homens maus.
No meu baralho, és dama de paus,
Na tua voz, o timbre me alucina.
Mul,her, quem te moldou com tal perícia,
que bisturi, sem cometer engano,
te esculpiu, sem pudor e sem malícia?
Direi ao mundo todo que te amo,
amor que nunca ousou dizer seu nome
- não importa se nasceste como homem.
Postado por
P.H. Wolf
às
09h54
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Re: poema de 7 faces
Quando nasci, nenhum anjo
me disse porra nenhuma.
Putakipariu, e agora?
Os hackers espiam os homens
nos chats azarando as mulheres.
A tela talvez fosse azul
não fosse tanta putaria.
Pernas.
Quanto peito, coxa, bunda, buceta,
Pra que tanta...
Ah, foda-se.
Meu Deus, Meu Deus, qual é a Tua homepage,
Teu endereço de e-mail,
Teu blog?
é maluco, gostoso e irado.
Tem todos os amigos,
Mansões, iates, vastos campos de golfe,
se me chamasse Bill Gates
seria uma solução, não uma rima.
Vasta vontade de me levantar, tomar um banho, sair, curtir, arranjar um emprego,
[conhecer alguém, gerar uma filha, olhar as estrelas e viver...
Mais vasto é o meu HD.
Eu não devia te dizer
mas essa lua,
mas esse poema,
executou uma operação ilegal e será fechado.
Postado por
P.H. Wolf
às
09h40
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